"Grupo Folclórico Alivanta Meu Boi" na abertura da Semana da Criança do Beatriz! Dia 08 de outubro de 2012, com apresentações às 10h e 14 h.
O “Alivanta Meu Boi” é um grupo Folclórico do Norte da ilha da praia dos Ingleses, criado com o objetivo de não deixar morrer a nossa tradição junto às crianças e adultos de nossa comunidade.
“O Boi-de-Mamão é uma das manifestações mais populares do litoral catarinense, revela em sua manifestação um auto dramático, encenado com alegre coreografia e ao som de uma cantoria contagiante que encanta e envolve crianças e adultos.
É uma versão catarinense dos folguedos do bumba-meu-boi tão conhecido no Norte e Nordeste do Brasil.
O primeiro registro em Santa Catarina desta folia é de 1871, contada por José Boiteux, em seu livro "Águas Passadas", onde descreveu uma dança realizada em Desterro (Antigo nome de Florianópolis). Antigamente a brincadeira era conhecida como "Boi-de-Pano", mas com a pressa de se fazer a cabeça do boi foi utilizado a fruta mamão verde, daí saiu o seu nome atual, Boi-de-Mamão.
Quanto à época de sua realização a variantes, em que se enquadram todas dentro do período que vai do Natal ao Carnaval.
A brincadeira aborda um tema épico (a morte e ressurreição do boi).
Apresenta a pantomima das investidas do boi, a sua morte, a encenação da cura pela benzedeira, envolvendo todos os personagens, culminando com a ressurreição do boi.
A "cantoria" acompanha toda a apresentação, cantando versos alusivos às figuras e à dramatização.
O folguedo do Boi-de-Mamão é uma das manifestações mais significativas da cultura popular catarinense.
Está presente nos municípios do litoral e principalmente em Florianópolis, capital de Santa Catarina, onde se concentra o maior número de grupos.
São os nossos personagens:
01 . Mateus o dono do boi e sua esposa Moreninha, grávida com desejo de comer o boi com medo que seu filho nasça com cara de boi.
02 . O Boi-de-Mamão.
03 . Os urubus.
04 . A benzedeira que entra para benzer o boi e traze-lo de volta a vida.
05 . Cavalinho para laçar o Boi
06 . As cabrinhas.
06 . Urso branco e urso preto que gingam a capoeira.
08 . Macacos e gorilas.
09 . Bernuncia mãe e filha (uma mistura de baleia com dragão criação aqui da ilha).
10 . Maricota e Marieta (Simboliza a moça faceira e a mulher rendeira).
11 . Valdemar o anão noivo da Maricota.
E para finalizar, a entrada de todos os personagens dançando, brincando, festejando e comemorando a ressurreição do Boi-de-Mamão”. Adaptado do Blog do "Alivanta Meu Boi"
Visite o blog do Grupo Folclórico Alivanta Meu Boi clicando aqui.
A meninada recebeu o convite para participar da Semana da Criança, muitas delas já coloriram e, com certeza, mostraram sua arte para os pais e/ou responsáveis. Clique nas imagens para ampliar, encha de cores seu desenho e, encha-se de ânimo e alegria para também participar, brincar e aprender nessa semana com as crianças da Escola Beatriz... uma escola bem te vendo e bem te querendo nesse mundo...
Dirigido por Gene Kelly e por Stanley Donen, musical combinou graça e leveza, com humor e criatividade.
A dança, a música e o cinema comemoram juntos os 60 anos de Singin’in the Rain, dirigido pelo genial bailarino Gene Kelly e por Stanley Donen, que encabeça todas as listas de melhores musicais de todos os tempos, combinando graça e leveza, com humor e criatividade, nas mais famosas sequências de dança já vistas na tela e tudo debaixo de chuva.
Seguindo a tradição dançante da Broadway, quando o cinema ganhou som, os musicais de Hollywood fascinaram o mundo com a sua combinação de talento individual e disciplina coletiva, com audácia criativa de coreógrafos como Jerome Robbins, que juntaram arte e entretenimento em algum lugar entre o clássico e o popular.
Reunidos na compilação That’s Entertainment, os grandes musicais do cinema viraram história e se tornaram um padrão de excelência insuperável. Os musicais subiam pelas paredes e dançavam até debaixo d’água.
O mundo conheceu bailarinos geniais como Fred Astaire, que dançava tão bem com Ginger Rogers ou com outras parceiras menos talentosas e o fabuloso Gene Kelly, que não só dançou como coreografou alguns dos melhores musicais do cinema.
Mas o musical também mudou, ficou mais sensual e político com as coreografias de Bob Fosse nos anos 70 e mais divertido com Embalos de Sábado à Noite, que inaugurou a era Disco.
A última grande maravilha dos musicais foi o Moulin Rouge de Baz Luhrmann, com coreografias sensacionais para novas versões de clássicos do pop.
Hoje qualquer clip de Madonna, Lady Gaga ou Christina Aguillera tem números de dança espetaculares, com mais produção do que os velhos musicais. Mas ninguém se impressiona mais com a graça e a precisão dos bailarinos, as coreografias ficaram todas parecidas. É por isso que as sequências de dança do sexagenário Singin’in the Rain estão cada vez melhores.
Turma 81 (Artes, Prof. Pedro Cabral Flho) assistindo cena com Gene Kelly na SI
Singin’in the Rain
Direção de Stanley Donen e Gene Kelly
Ano de produção: 1952
Estados Unidos
Singin' In The Rain
Gene Kelly
I'm singing in the rain Just singin' in the rain What a glorious feeling I'm happy again I'm laughing at clouds So dark up above The sun's in my heart And I'm ready for love Let the stormy clouds chase Everyone from the place Come on with the rain I have a smile on my face I walk down the lane With a happy refrain Just Singin', singin' in the rain Dancing in the rain I'm happy again I'm singin' and dancin' in the rain I'm dancin' and singin' in the rain
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência da CAPES
O subprojeto PIBID/Educação Física da UFSC estará em vigor até o mês de julho de 2013. O PIBID/UFSC tem como objetivo fomentar experiências metodológicas e práticas docentes de caráter inovador, que utilizem recursos de tecnologia da informação e da comunicação, e que se orientem para a superação de problemas identificados no processo ensino-aprendizagem, valorizando o espaço da escola pública como campo de experiência para a construção do conhecimento na formação de professores para a educação básica.
Conheça o Blog do PIBID Educação Física UFSC clicando aqui.
Reunião com os estagiários de Educação Física, PIBID Educação Física UFSC coordenado pelo prof. Fábio Machado Pinto (Bagé) e, na Escola Beatriz pela a Profa. Gisela (20 set 2012). Foto: Leo Nogueira
Workshop de Hóquei com Thiago Pacheco, atleta da Seleção Brasileira de Hóquei Sobre Grama Os alunos das turmas 61 e 71 da Escola Beatriz de Souza Brito realizaram nesta sexta-feira (21/09) um Workshop de Hóquei, durante a aula de Educação Física. Quem ministrou o Workshop foi o fomentador do esporte na região Thiago Pacheco, também atleta da Seleção Brasileira de Hóquei Sobre Grama.
Antes de praticar a modalidade, durante a semana, os alunos estudaram a modalidade através de vídeos e texto sobre o Hóquei Sobre a Grama.
Saiba mais sobre a Confederação Brasileira de Hóquei Sobre Grama (CBHG) e as regras do esporte clicando aqui e, a Confederação internacional de Hóquei clicando aqui.
O HÓQUEI
O Hóquei Sobre a Grama é um esporte presente nas Olimpíadas de Verão. O jogo foi 'criado' pelos ingleses em finais do século XIX. Até os anos 70, Índia e Paquistão foram as grandes potências da modalidade. Atualmente, o hóquei já se popularizou no mundo, não só como um esporte masculino, mas também, feminino.
O hóquei sobre a grama estreou nos Jogos Olímpicos em Londres-1908, naquela época como um esporte de exibição disputado apenas por homens. Só em Amsterdã-1928que a modalidade passou a contar com um quadro oficial de medalhas. A presença feminina nas competições passou a ocorrer nos jogos de 1980, em Moscou.
Nos EUA e Argentina, por exemplo, o número de mulheres praticantes do hóquei superou ao dos homens.
Seleção Brasileira de Hóquei Sobre a Grama 2012 (Masculino)
No Brasil, somente na década de 80 os primeiros atletas federados começaram a ingressar em campeonatos no exterior. Na década seguinte, o Brasil passou a participar regularmente de torneios continentais como o Caribbean International Hockey Tournament (VEN), o Torneio de La Plata (ARG) e o Torneo Internacional Mercosur (URU).
Porém, a estreia da primeira seleção brasileira de hóquei sobre a grama aconteceu em Santiago, no Chile, em 1998, quando ocorreu o 5º Campeonato Sul-Americano.
Seleção Brasileira de Hóquei Sobre a Grama 2012 (Feminino) Em 2007, o primeiro campo oficial de hóquei sobre a grama foi construído no país. O campo foi estruturado no Complexo Esportivo de Deodoro, no Rio de Janeiro, para os XV Jogos Pan-Americanos.
No mesmo campo ocorreu, em abril de 2010, o 7º Campeonato Sul-Americano de Hóquei Sobre a Grama, que teve a participação das equipes de homens e mulheres do Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Brasil.
Classificação Indicativa terá aplicativo para celular e tablet
Redação
Andi - Agência de Notícias dos Direitos da Infância/portal-epcom-001
20/09/2012
A UNESCO estendeu até dia 24 de setembro o prazo para contratação de empresa especializada para desenvolvimento de aplicativo pedagógico sobre a Classificação Indicativa para celulares e tablets. O edital integra o projeto Liberdade de Expressão, Educação para a Mídia da Secretaria Nacional de Justiça e tem o objetivo preparar novos instrumentos de disseminação das informações sobre o conteúdo de produtos audiovisuais. O aplicativo servirá de alerta aos pais ou responsáveis sobre a adequação da programação audiovisual à idade de crianças e adolescentes.
O projeto tem parceria com o Ministério da Educação que deverá oferecer novas tecnologias para a aproximação entre professores e alunos principalmente com o auxílio da Internet. A ideia é facilitar o acesso a novos conteúdos e mídias sociais, com o desenho adequado da ferramenta de forma a prever estratégias pedagógicas, que devem ser consideradas no ensino e na aprendizagem.
O aplicativo deve ser desenvolvido em versão compatível aos Tablets com tamanho de tela entre "6 à 12". As especificações são livres e os sistemas operacionais devem ser Android 4.0.1 e, IOS 5 e Windows 7.5 e atualizações. Além dos requisitos técnicos, a ferramenta deve apresentar conteúdos da Classificação Indicativa como descritos na Cartilha e no Guia Prático da Classificação Indicativa.
Saiba mais sobre a Classificação Indicativa no Blog “Telejornais e Crianças no Brasil”, clicando nos links/enlaces da barra de “menu” à direita.
Conheça na página do Ministério da Justiça acampanha que alerta os pais sobre a importância da classificação indicativa, clicandoaqui.
Artigo de Luana Luizy no Observatório do Direitos à Comunicação sobre a nova campanha do Ministério da Justiça clicandoaqui.
Confira o documento “Mídia e infância: O impacto da exposição de crianças e adolescentes a cenas de sexo e violência na TV”, produzido pela ANDI e pelo Intervozes clicando aqui.
Saiba mais sobre a classificação indicativa e a ADI 2404 clicando aqui.
Veja o artigo “Classificação Indicativa para poucos”, escrito por Isabella Henriques clicando aqui.
Leia na página do Portal ANDI "Classificação Indicativa: STF julga ação do PTB e ABERT que questiona a constitucionalidade do ECA" clicando aqui;
E, também:
"Classificação Indicativa para poucos", clicando aqui.
“Votação de ADI que questiona Classificação Indicativa continua no STF”clicandoaqui.
“Guia médico sobre violência na mídia”do Physician Guide to Media Violence da American Medical Association (1996), clicandoaqui.
Hay que ser alegre, mesmo com 50 alunos por computador...
MEC avaliará programas que usam TI nas escolas
Redação
Tele Síntese
19/09/2012
Piloto começará em Brasília (DF) em outubro e versão nacional está prevista para 2013
O Ministério da Educação está preparando via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) um censo em todas as escolas com quem mantém programas para avaliar o uso de tecnologia. Segundo uma fonte inteirada do assunto, o Ministério quer saber a efetividade, por exemplo, do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) e do Um Computador por Aluno (UCA), entre outros.
Um piloto deste censo começará em outubro, em Brasília (DF), de forma a evitar problemas em momento de processo eleitoral, e deverá levar uma semana. Serão entrevistados professores, diretor e coordenador pedagógico. Se aprovado o piloto, o censo passará a ser nacional, se tudo correr bem, já no início de 2013.
A metodologia da pesquisa ainda está sendo desenhada pelo FNDC, juntamente com parceiros e, segundo fonte, deve ser baseada na metodologia da pesquisa TIC Educação, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
A assessoria de imprensa do FNDE informou que não tem conhecimento de nenhum planejamento do órgão para pesquisar recursos tecnológicos nas escolas brasileiras, financiados pelo MEC.
A arte acadêmica valorizava temas históricos, religiosos e mitológicos. A pintura nos gêneros de Paisagem e Retratos, quando retratava pessoas comuns, eram considerados gêneros inferiores. No século XIX, os pintores ligados ao Romantismo e ao Impressionismo recuperaram a paisagem como um gênero de pintura de primeira ordem. Por sua vez, Van Gogh trabalhou muito em retratos e auto-retratos. Produziu cerca de 40 auto-retratos - um número inferior apenas ao de Rembrandt. Realizou inúmeros retratos da família Roulin: o pai, O carteiro Roulin (1888); sua esposa, La Berceuse (1889); e O bebê Marcelle Roulin. O Escolar é o retrato de Camille Roulin, outro filho de seu amigo carteiro, pintado de memória.
Nesta pintura observa-se a busca expressionista do artista, empregando cores fortes e pinceladas bem marcadas, no lugar do uso de cores naturalistas. Van Gogh pintava como sentia aquilo que seus olhos enxergavam, e usava a cor para essa expressão - por isso a aparente forma arbitrária de sua colocação. O fundo vermelhão gera, com o azul claro e luminoso da blusa, uma carga intensa de vida na figura do menino. Mas seu olhar, dirigido para baixo, demonstra um certo acanhamento. Há uma tensão presente, criada pelo contraste entre a vivacidade das cores e uma certa tristeza presente em seu olhar, assim como entre a forte expressão da imagem da criança e o sentido romântico da infância, cuja simbologia está associada à inocência, à idéia de pureza, de natureza intocada. A dor que vemos dramatizada na representação deformada da mão do menino é tão intensa quanto aquela que as palavras de Van Gogh mostram que ele viveu. Em tal medida, impera aqui uma máxima artística: uma obra, de forma representativa ou não, é sempre um auto-retrato de seu autor.
Quando Van Gogh esteve internado em um hospício, em Saint-Rémy, as crises de alucinações às vezes chegavam em meio a sessões de pintura. Apesar de toda a dor que a consciência da doença lhe causava, o artista entendia que a pintura era o seu melhor remédio. O trabalho sempre o absorveu completamente e sua paixão interior encontrou na arte a válvula de descompressão, o que lhe permitiu seguir adiante. Ele era um apaixonado pela natureza e pela vida das pessoas simples. Num desses difíceis momentos, após superar uma das crises, escreveu a Théo: "Pois bem, sabe o que espero, uma vez que recomeço a ter esperanças? É que a família seja para você o que para mim é a natureza, os torrões de terra, a relva, o trigo amarelo, o camponês, ou seja, que você encontre em seu amor pelas pessoas motivo não só para trabalhar mas com que se consolar e reerguer-se, quando necessário".
Leia mais sobre a obra na dissertação de Giovana Deliberali Maimone, “Estudo do tratamento informacional de imagens artístico-pictóricas: cenário paulista – análise e propostas” (PUC Campinas, 2007) da página 96 a 101, clicando aqui.
El Derecho al Delirio . O Direito de Sonhar Eduardo Galeano
No século vinte e um, se ainda estamos aqui, todos nós seremos gente do século passado e, pior ainda, seremos gente do milênio passado.
Ainda não podemos adivinhar o tempo que será, sim que temos, ao menos, o direito de imaginar o que queremos que seja.
As Nações Unidas proclamaram extensas listas de direitos humanos, mas a imensa maioria da humanidade não tem mais que o direito de ver, ouvir e calar.
Que tal se começarmos a exercer o jamais proclamado direito de sonhar?
Que tal se deliramos por um tempinho, ao fim do milênio?
vamos fixar os olhos mais além da infâmia para adivinhar outro mundo possível:
O ar estará limpo de todo veneno que não venha dos medos humanos e das humanas paixões.
As pessoas não serão dirigidas pelo automóvel, nem serão programadas pelo computador, nem serão compradas pelo supermercado, nem serão assistidas pelo televisor.
O televisor deixará de deixar de ser o membro mais importante da família.
As pessoas trabalharão para viver, em lugar de viver para trabalhar.
Se incorporará aos códigos penais o delito de estupidez, que cometem os que vivem para ter ou para ganhar, em vez de viver por viver e só.
Como canta o pássaro, sem saber que canta, e como brinca a criança, sem saber que brinca.
Em nenhum país irão presos os rapazes que se neguem a cumprir o serviço militar, mas os que queiram cumpri-lo.
Os economistas não chamarão nível de vida ao nível de consumo; nem chamarão qualidade de vida à quantidade de cosas.
Os cozinheiros não mais acreditarão que as lagostas adoram que as fervam vivas.
Os historiadores não acreditarão mais que os países adoram ser invadidos.
O mundo já não estará em guerra contra os pobres, mas contra a pobreza.
E a industria militar não terá mais remédio que declarar-se falida.
A comida não será uma mercadoria, nem a comunicação um negócio.
Porque a comida e a comunicação são direitos humanos.
Ninguém morrerá de fome, porque ninguém morrerá de indigestão.
As crianças de rua não serão tratados como se fossem lixo, porque não haverá crianças de rua.
As crianças ricas não serão tratadas como se fossem dinheiro, porque não haverá crianças ricas.
A educação não será o privilégio dos que possam pagá-la, e a polícia não será a maldição de quem não pode comprá-la.
A justiça e a liberdade, irmãs siamesas, condenadas a viver separadas, voltarão a juntar-se, voltarão a juntar-se bem grudadinhas, costa contra costa.
Na Argentina, as loucas da praça de maio serão um exemplo de saúde mental, porque elas se negarão a esquecer os tempos da amnésia obrigatória.
A perfeição, a perfeição continuará sendo o aborrecido privilégio dos deuses.
Mas neste mundo, neste mundo desajeitado e fodido, cada noite será vivida como se fosse a última, e cada dia como se fosse o primeiro.
Bibliografia Eduardo Galeano, Patas Arriba, Buenos Aires, dezembro de 1998.
Eduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940) é um jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História.
“As Veias Abertas da América Latina” é sua obra mais conhecida e de maior relevância. A obra de Eduardo Galeano nos leva a olhar para o passado que temos vivido e que futuro estamos desejando para nossos descendentes.
O Professor e Artista Roque Vitório Pereira (Biblioteca), apresenta para a Turma 61 o monólogo de "Robinson Crusoe", baseado no romance de Daniel Defoe publicado em 1719 no Reino Unido. Depois desse encontro no auditório da escola (14/09/12), o personagem passeia pelas salas e, promete voltar para outros encontros com os alunos e alunas, ciceroneado pela Profa. Ângela Beirith. Seja bem-vindo, Robinson!
A aventura do verdadeiro Robinson Crusoé
O famoso náufrago do romance de Daniel Defoe, realmente existiu. Mas ele desembarcou do navio por vontade própria e viveu por mais de quatro anos em uma ilha da América do Sul
Por Yvan Matagon
História Viva
Edição 52
Fevereiro de 2008
Na pequena Bristol de 1714, todo domingo se via passar pelas ruas um senhor vestido de preto. Por baixo do casaco, o inglês exibia mangas rendadas. Usava uma peruca volumosa e a espada atada à cinta. Entrava nas tabernas para conversar com os operários e marinheiros. Ninguém sabia seu nome, nem o que fazia nos outros dias da semana. Quando o domingo chegava ao fim, ele desaparecia.
Esse comportamento bem peculiar lhe valeu a alcunha de “Gentleman Sunday”, o Cavalheiro Domingo. Almoçava invariavelmente na pensão Leão Vermelho, frequentada por gente muito esquisita. Num domingo como outro qualquer, entrou nesse estabelecimento um homem vestido de pele de cabra, gorro e botas de cano alto. O Cavalheiro Domingo e o “selvagem” logo simpatizaram e fizeram amizade. Passaram a ouvir juntos o sermão noturno. Ambos eram crentes fervorosos.
Todos conheciam o tal selvagem. Os jornais de Londres já haviam relatado sua extraordinária aventura e ele mesmo contou-a minuciosamente ao Cavalheiro Domingo naquela noite. Seu nome era Alexander -Selkirk. Nascido em 1676 em Largo, na Escócia, foi o sétimo filho de um próspero – mas turrão – artesão de peles. Não queria ser comerciante como o pai por nada neste mundo. Aos 19 anos, recebeu uma condenação por indecência pública por namorar na igreja e decidiu fugir da cidade. Embarcou então em busca de novos horizontes.
Atraído pelo mar, Selkirk preferiu os corsários à Marinha britânica. Apesar de mais arriscada, a carreira era mais bem remunerada. Ele participou da expedição dos capitães Stradling e Dampier numa campanha que prometia muito lucro. Depois de vários meses, no entanto, eles não fizeram nenhuma pilhagem. William Dampier, capitão do São Jorge, revelou-se melhor etnógrafo que pirata. Célebre explorador e navegante talentoso, escreveu diversas obras, entre as quais Discurso sobre os ventos, acerca das correntes e dos ventos marítimos, que seria utilizada depois pelo capitão James Cook e pelo almirante Horatio Nelson.
Saiba mais dessa aventura clicando na página de “História Viva” clicando aqui.
Capa da primeira edição (Wikipedia)
Turma 61 assiste atenta ao monólogo e, depois posa junto para fotografia com o Artista Roque Vitório Pereira (Biblioteca) após sua apresentação no auditório da Escola Beatriz (14/09/12)
Conheça "Robinson Crusoe" de Daniel Defoe no Virtual Books clicando aqui.
Os alunos da Escola Beatriz, abaixo, deverão se apresentar no Colégio de Aplicação/UFSC, onde farão a prova, devendo chegar ao local com pelo menos 30 minutos de antecedência. Levem o cartão informativo e um documento original de identidade (RG/Carteira de Identidade, certidão de nascimento ou carteira escolar):
Cecieli Pereira de Oliveira
Geovane Orli Cipriano dos Santos
Jennifer Vieira Domingues
João Carneiro Haas
João Lucas Costa da Silva
João Victor Goulart
Josieli Rodrigues Fernandes
Mateus Caleb Rodrigues Rosa
Roger Andrade de Anselmo
Vito Carneiro Tonera
Yurhy Fernandes de Melo
Boa prova!
Com o Diretor da Escola Beatriz, Prof. Edilton Piacentini, alunos e alunas preparados para a prova no Colégio de Aplicação/UFSC