Campanha Papai Noel dos Correios é encerrada com 99% de adoção de cartas
A DR/SC encerrou, em 19/12, a Campanha Papai Noel dos Correios 2012. Este ano, a ação natalina teve 99% de adoção de cartas, com 96% dos presentes entregues em todo o Estado. A Regional recebeu 16,5 mil cartinhas de alunos de 208 instituições de ensino público de Santa Catarina. Ao todo, 55 municípios participaram da campanha no Estado. Para marcar os bons números, foi realizada no Centro Operacional e Administrativo (COA), em São José, uma cerimônia de encerramento com empregados que participaram da campanha, além da presença de terceirizados que prestam serviços no ambulatório e nas áreas de limpeza e refrigeração do COA. O Diretor Regional, Márcio Miranda Vieira da Rosa, agradeceu o comprometimento de todos, fazendo com que Santa Catarina seja uma das Regionais com maior índice de adoção do Papai Noel dos Correios.
Pelo Estado, a boa repercussão da campanha também foi celebrada. Em Joinville, o Gerente Juliano Marcola diz que a ação foi reconhecida por todos os meios de comunicação e também pela população. “E o mais importante: se conseguimos fazer o Natal de pelo menos uma criança mais feliz, já valeu todo o esforço”, observa.
Destacamos, por fim, o gesto nobre de uma criança que teve sua cartinha adotada. Aluno da Escola Beatriz de Souza Brito, de Florianópolis, Pedro ganhou uma bicicleta, mas doou o presente para o amigo Luiz, já que seus pais tinham comprado uma bicicleta de Natal para ele. Uma linda atitude e um exemplo de bondade para os adultos!
Responsável pela nota: Alex Ventura (ASCOM), Claudete Goulart (Ambulatório Praça XV) e Juliano Marcola (AC Joinville)
Crédito das fotos: Leandro Maciel da Silva e Gustavo Sanfelici (ASCOM)
Nesta segunda-feira (10/12/2012) a turma 42 realizou uma visita à equipe de tênis em cadeira de rodas da UFSC - Projeto Sábado no Campus Esportes Adaptados. A visita foi realizada na disciplina de Educação Física, com o objetivo de complementar a aprendizagem sobre as modalidades Paralímpicas. Após estudar sobre a história e origem das Olimpíadas, os alunos da turma 42 aprenderam também sobre as Paralimpíadas (evento semelhante as Olimpíadas, mas constitui de modalidades esportivas para pessoas com deficiência). Neste período, foram realizadas algumas modalidades presentes nos Jogos (como o voleibol sentado, basquete em cadeira de rodinhas, bocha Paralímpica etc), além de outras atividades.
Durante a visita os alunos puderam experimentar uma cadeira de rodas adaptada para a prática de esportes, além de jogar tênis com atletas que disputam competições entre os melhores do país.
Agradecemos ao Projeto Sábado no Campus: Esportes Adaptados, aos professores Vitor Ciampolini e Ricardo Pimentel, e aos atletas Charles, Kátia, Jocélio e Neivo.
Enviado por Profa. Lorena Helena da Silva/Educação Física
Um dia para se re-en-cantar na Escola Beatriz com a presença de alunos e ex-alunos, pais e responsáveis, professores e amigos re-vi-vendo alegrias nos belos projetos desenvolvidos ao longo do ano de 2012.
Veja as fotos desse dia curtindo a página da Escola Beatriz no Facebook, clicando aqui.
Abertura da 11a. SEPEX pelas Professoras Roselane e Lúcia, reitoras da UFSC, 21/11/12 . Manhã
A SEPEX VIVA!
Em 2012 o tema da SEPEX é: Sustentabilidade, Economia Verde e Erradicação da Pobreza.
O evento tem aproximadamente 200 estandes com projetos nas áreas de comunicação, cultura, educação, tecnologia, ambiente, trabalho, direitos humanos e saúde. O público que visita o pavilhão da SEPEX soma mais de 50 mil pessoas. Durante a semana, também realizados minicursos abertos à comunidade, palestras e eventos paralelos, como o Seminário de Iniciação Científica.
Na sua 11ª edição, é o maior evento de divulgação científica de Santa Catarina. Todas as atividades são gratuitas, interativas e abertas à comunidade. Mais informações e a programação completa na página do evento, clicando aqui. Todos os alunos e alunos da Escola Beatriz, juntamente com os professores regentes visitarão a Semana nesses dias do evento, inclusive os estandes dos vários projetos da universidade que são desenvolvidos na Escola, como o PIBID UFSC Pedagogia.
Veja mais fotos na página de Facebook da Escola Beatriz, clicando aqui.
Abertura da 11a. SEPEX pelas Professoras Roselane e Lúcia, reitoras da UFSC, 21/11/12 . Manhã na "Geodésica" Oca com lideranças indígenas
Prof. Pedro Cabral Filho e alunos/as, 21/11/12 . Manhã
7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
Florianópolis
Exibição de obras contemporâneas realizadas em países da América do Sul, com conteúdos relacionados aos Direitos Humanos. De 03 a 08 de Dezembro, no auditório do CESUSC. Rodovia SC 401 / Km 10 - Trevo Santo Antônio de Lisboa, com entrada franca.
Sob a produção local de Luiza Lins, a 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul traz cinema, debates e bate-papos e coloca-se como uma grande possibilidade de trocas de conhecimento e aumento da percepção que se tem dos múltiplos cotidianos da nossa querida América do Sul, alimentando o aumento das possibilidades de atuação para a construção de novas realidades para seu povo.
A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira, vinculada ao Ministério da Cultura, e patrocínio da Petrobras. É realizada em todas as capitais dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.
Sendo a maior Mostra de cinema do gênero, no mundo, o evento é voltado a obras realizadas em países da América do Sul, cujo conteúdo contemple aspectos relacionados aos Direitos Humanos, tais como: Direitos das pessoas com deficiência; população LGBT/enfrentamento da homofobia; memória e verdade; crianças e adolescentes; pessoas idosas; população negra; população em situação de rua; mulheres; direitos humanos e segurança pública; proteção aos defensores de Direitos Humanos; combate à tortura; democracia e Direitos Humanos; e situação prisional.
Mais de seis décadas depois da Declaração Universal dos Direitos Humanos, nosso cotidiano ainda é, infelizmente, permeado pela luta de grupos e pessoas por condições dignas de vida, pela própria garantia de direito à vida, por justiça e contra humilhações. A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul leva para a tela a realidade contemporânea e promove o debate de todas estas questões importantes e emergentes.
Neste ano de 2012ª Mostra entra em sua 7ª edição e Florianópolis recebe a segunda edição do evento.
Por que me perguntam tanto, o que eu vou ser quando crescer? O que eles pensam de mim é o que eu queria saber!
Gente grande é engraçada! O que eles querem dizer? Pensam que eu não sou nada? Só vou ser quando crescer?
Que não me venham com essa, pra não perder o latim. Eu sou um monte de coisas e tenho orgulho de mim!
Essa pergunta de adulto é a mais chata que há! Por que só quando crescer? Não vou esperar até lá?
Eu vou ser quem eu já sou neste momento presente! Vou continuar sendo eu! Vou continuar sendo gente! BANDEIRA, Pedro. Mais respeito, eu sou criança! Ilustrações de Odilon Moraes - 2 ed. 2009. Página 20.
Excesso de medicação na infância preocupa especialistas
Por Redação, com RBA - de São Paulo
11/11/2012
A medicalização da educação e da sociedade é um processo que tem transformado em distúrbios passíveis de tratamento com terapias e medicamentos questões como emoções, sentimentos e comportamentos não aceitos socialmente.
O que preocupa é ainda não haver estudos suficientes sobre os problemas causados pelo uso prolongado da droga. E também: a falta de diálogo entre crianças, adolescentes, seus familiares e educadores esteja sendo substituído justamente por medicamentos como esse.
O psicólogo Ricardo Taveiros Brasil, do coletivo interinstitucional Queixa Escolar diz queum exemplo muito comum do fenômeno é a dificuldade de pais e professores, hoje em dia, para educar as crianças. Em vez de irem à raiz dos problemas e suas explicações, passam a dizer que elas são portadoras de distúrbios de comportamento, de atenção, de aprendizado, de leitura e escrita “como se houvesse na realidade um distúrbio específico, neurológico, que comprometesse somente o aprendizado”, apontou. “No entanto, é preciso deixar bem claro que não estamos falando que isso acontece na Medicina como um todo e nem que somos contrários a toda forma de prescrição de medicamentos”, salientou. Os questionamentos contra a medicalização surgiram nos anos 1970 e 1980, com pesquisadores de diversas áreas, como filosofia, sociologia e até da própria medicina.
Outro exemplo é a confusão entre tristeza, luto e depressão – alardeada por setores da saúde mental e pela mídia como o ‘mal do século’. Conforme Ricardo, estão dando prazo para o sofrimento. Assim, o processo de luto de uma pessoa que perdeu um ente querido ou algo de muita importância é normal se durar 14 dias. A partir daí, se não melhorar, é depressão e é preciso entrar com medicação. ”Isso nos assusta. Do ponto de vista da Psicologia, o processo de luto é singular. Como estabelecer prazos para a elaboração do luto, questionou. Ele menciona o livro O tempo e o cão – a atualidade das depressões, da psicanalista Maria Rita Kehl, na categoria Educação, Psicologia e Psicanálise, no qual a autora pensa a depressão como sintoma social, de uma sociedade que exige felicidade, alegria em tempo integral, artificial, com as pessoas divulgando em redes sociais uma vida feliz o tempo inteiro.
Diz ainda que por trás do movimento da medicalização estão forças da sociedade e sobretudo um movimento da indústria farmacêutica voltado para isso. Fato, conforme Ricardo, mostrado no filme O Jardineiro Fiel, dirigido por Fernando Meirelles, que denuncia manobras da indústria de medicamentos para aprovar pesquisas e lança-los no mercado conforme seus próprios interesses comerciais. “Só que com o avanço das pesquisas em todas as áreas, a medicalização mostra-se cada vez mais polêmica e questionada inclusive no próprio campo da medicina”e.
O profissional, que atende crianças e adolescentes com dificuldades específicas na escola, adverte pais e educadores para que, antes de rotular quaisquer dificuldades de aprendizagem com este ou aquele distúrbio, devem avaliar e refletir o contexto como um todo. “O que está acontecendo dentro da escola e no sistema educacional que está dificultando que a criança aprenda aquilo que tem que aprender?”, questionou. Para ele, é preciso impor limites às crianças, ensinar, por ex., que não se pode fazer tudo o que se quer fazer. “A criança precisa de limites. Afinal, que mundo é esse em que não sobra tempo para os pais estarem por mais tempo com os seus filhos? Que escola é essa que tem mais de 40 alunos por sala de aula, impedindo o professor de acompanhar o aluno mais de perto, de ter um contato mais próximo?”
Esse contexto desfavorável à educação e ao desenvolvimento psicológico de uma criança é, na análise de Ricardo, favorável aos processos de medicalização. “A partir do momento em que a criança toma um comprimidinho, fica parada, contida quimicamente, e não atrapalha mais. Só que esse ‘efeito terapêutico’ é sinal da toxicidade do remédio. O melhor é que pais e professores reflitam mais sobre o que pode estar acontecendo, dialoguem e investiguem esse contexto, que é complexo, antes de encaminhar a criança para um profissional. Isso pode parecer mais complicado do que dar um remédio – aliás, tomar remédio é mais fácil; toma-se remédio para tudo. Em vez de fazer exercício e melhorar a alimentação, as pessoas tomam remédio para emagrecer”.
Para ele, do ponto de vista psicológico, essas drogas exercem efeitos complexos e preocupantes, como ‘calar o sujeito’ – quando a criança que está ‘incomodando demais’ está, na verdade, querendo chamar a atenção, comunicar algo, como medos, preocupações, desejos. “Nós precisamos primeiro ouvi-las, dar atenção e não calar a angústia, o sofrimento com um comprimidinho”.
Do ponto de vista orgânico, segundo ele, há relatos de que o uso contínuo desses medicamentos tornam as crianças menos sensíveis para uma série de coisas. Exemplo é um bombom de chocolate, que não vai ter o mesmo efeito de prazer. “Então, se a gente pensar em um adolescente que fuma maconha e usa esses medicamentos, sua propensão a outras drogas é muito maior porque ele vai buscar outras formas de obter satisfação, prazer”, explicou.
Para Ricardo, a questão é grave, colocando em risco a saúde das crianças e transferindo para elas a responsabilidade de um sistema de educação cheio de problemas. “O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura que a criança tem direito à vida, à educação e saúde de qualidade. E esse direito pressupõe o direito de não tomar uma droga que pode levar a consequências graves. É por isso que temos que lutar.”
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Recebido via e-mail de Andrea Cunha Arantes (Psicóloga e Professora) Vídeo da TV Brasil
O sistema de matrícula via INTERNET (www.pmf.sc.gov.br) será aberto no dia 05 de dezembro a partir das 8h da manhã.
Os pais/responsáveis dos alunos, no momento da matrícula on-line, estarão reservando a vaga, sendo que sua confirmação se dará após a entrega da documentação (certidão de nascimento da criança e o atestado de frequência) até o dia 20 de dezembro.
No momento da entrega da documentação a Escola entregará a lista de material e fará a sondagem do turno desejado e orientará quanto ao benefício do transporte escolar gratuito.
Obs.: Do dia 18/12/2012 a 04/02/2013, o sistema de matrícula on-line permanecerá aberto para matrículas novas, porém o recebimento da documentação (certidão de nascimento e atestado de frequência – com indicação do ano/série que irá frequentar em 2013) ocorrerá a partir do dia 05 de fevereiro, pois a Escola estará em férias coletivas. Somente a partir da entrega da documentação ocorrerá a efetivação da matrícula.
Documentos para matrícula (alunos novos 2013)
. atestado de frequência da escola anterior (exceto para o 1o. ano);
. histórico escolar;
. comprovante de residência;
. certidão de nascimento.
A matrícula para o 1º ano será para crianças que tenham, no mínimo, 6 (seis) anos completos até 31/03/2013.
12 a 28/11: rematrícula on-line (o sistema abrirá no dia 12/11 indicado no site da PMF)
12 a 28/11: confirmação da rematrícula na Escola
A Escola registrará na agenda escolar o número de matrícula de seu filho. Com esse número vocês deverão atualizar os dados de seu filho na ficha de matrícula, via INTERNET (www.pmf.sc.gov.br).
Os alunos que utilizam o benefício do transporte escolar gratuito deverão fazer o recadastramento e trazer a documentação comprobatória à Escola (comprovante de residência do educando e de renda familiar) até o dia 28/11.
No período de 12 a 28/11, das 7h45 às 11h45 e das 13h30 às 17h30, solicitamos a presença dos senhores para completar a rematrícula, trazendo também os seguintes documentos abaixo quando for o caso:
. entrega da ficha da matrícula (on-line) assinada;
. opção do turno para 2013 (manhã ou tarde);
. lista de material escolar;
. autorização para prática de educação física;
. uniforme;
. opção para educação religiosa;
. contribuição para A.P.P.
. transporte escolar (trazer comprovante de residência e de renda de todas as pessoas da casa que trabalham)
Professores com doutorado são minoria em sala de aula no ensino fundamental
SC tem 42 professores doutores nessa etapa de aprendizado, o que representa 0,1% do total
Por Júlia Antônio Lourenço
Diário Catarinense
06/11/12 Pedro Cabral Junior tem 51 anos e metade deste tempo passou em sala de aula. Depois de 25 anos estudando, é dono do título de doutor. Todo o conhecimento adquirido repassa para seus alunos da educação básica. Como ele, há outros 41 professores doutores em Santa Catarina no ensino fundamental — o que representa 0,1% dos 41.787 profissionais.
No Brasil, o percentual é ainda menor: 0,08% de 1.389.706 professores de ensino fundamental tem doutorado. Os dados são do Ministério da Educação, referentes a 2011. O Estado com mais doutores é o Rio de Janeiro, com índice de 0,3%.
Baixos salários e até mesmo um entendimento de que lugar de doutor é na universidade levam educadores a deixarem as escolas básicas. Cabral Júnior pensa diferente. A caminho de um pós-doutorado, o professor de artes, de 5º a 9º ano, do colégio municipal Beatriz de Souza Brito, em Florianópolis, nunca cogitou sair da escola.
— Aqui é onde eu consigo atingir as coisas que eu acredito com mais intensidade. A revolução que a gente tanto prega é feita no teu espaço de trabalho e na base. É onde eu escolhi estar e ser feliz. Sou professor por opção, e eu gosto de estar aqui. Me divirto em sala de aula — afirma.
Cabral acredita que a escola é onde começa a construção do conhecimento, das ideias e dos valores. Além de estar no lugar que escolheu, ele também diz que o salário está dentro do que considera justo para um professor com doutorado, levando em conta seus 28 anos de serviços na rede municipal.
Para professor, estudar e voltar pra escola é ótimo
Cabral acredita que há poucos doutores no ensino fundamental por uma ideia de que ter doutorado e dar aula para crianças é muito pouco. Quando fala que tem doutorado, as pessoas perguntam em qual universidade ele trabalha.
— O status te impõe e obriga que seja professor universitário e até existe uma desconfiança das pessoas que pensam que não estou na universidade porque não passei em concurso — observa Cabral, que já deu aula em universidade.
Apesar de serem poucos os doutores no ensino fundamental, ele acredita que a especialização faz bastante diferença em seu trabalho.
— Quando voltei do doutorado, eu brincava: vocês não notaram como eu estou diferente, como estou melhor? Sair do dia-a-dia e ir para os bancos escolares, estudar e depois voltar para o espaço de onde saiu é ótimo. Ver que existe outras possibilidade de fazer diferente. O dia-a-dia nos cega, impede até às vezes que a gente leia e estude. Mas a saída te dá esse refresco — finaliza.
"Não se muda o chão da escola estando longe dele", diz estudioso
Professores com doutorado são fundamentais para qualquer nível e modalidade de ensino. É esta a opinião do professor da Universidade do Estado de Santa Catarina e presidente do conselho municipal de educação de Florianópolis, Lourival José Martins Filho, que também integra o comitê de educação do DC. Para ele, não se muda o chão da escola estando longe dele.
— Que bom seria se da educação infantil, desde a creche, até a educação de jovens e adultos contássemos com a presença de professores doutores pesquisadores com a dignidade profissional e salarial reconhecida — ressalta.
O salário baixo leva muitos professores escolherem o ensino superior, mas não é o único motivo. Um outro seria a questão cultural, de associar o doutor às universidades e aos institutos de pesquisa.
— Existe um preconceito entre os próprios docentes. Alguns afirmam "fulano tem mestrado ou doutorado e está trabalhando com crianças pequenas ou está alfabetizando ou está na coordenação pedagógica". Seria maravilhoso se doutores fossem reconhecidos em todas as etapas da educação.
Martins acrescenta que a própria educação básica brasileira não está preparada para a escola ser um laboratório de aprendizagem. Cada colégio deveria ter professores efetivos com dedicação exclusiva para serem pesquisadores dos problemas cotidianos.
Ele argumenta que a solução dos conflitos da escola não está fora dela. São os próprios docentes que podem construir novas alternativas.
Talvez sonhasse, quando a vi. Mas via Que, aos raios do luar iluminada, Entre as estrelas trêmulas subia Uma infinita e cintilante escada.
XII
Sonhei que me esperavas. E, sonhando, Saí, ansioso por te ver: corria... E tudo, ao ver-me tão depressa andando, Soube logo o lugar para onde eu ia.
E tudo me falou, tudo! Escutando Meus passos, através da ramaria, Dos despertados pássaros o bando: "Vai mais depressa! Parabéns!" dizia.
Disse o luar: "Espera! que eu te sigo: Quero também beijar as faces dela!" E disse o aroma: "Vai, que eu vou contigo!"
E cheguei. E, ao chegar, disse uma estrela: "Como és feliz! como és feliz, amigo, Que de tão perto vais ouvi-la e vê-la!"
XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto A Via Láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e entender estrelas”.
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BILAC, Olavo. Antologia : Poesias. São Paulo: Martin Claret, 2002. p. 37-55.
Poeta graças ao sentido amplo do termo, o sentido que de livre despe-se de sentido. Já no outro, o sentido restrito, aquele que filtra versos e transforma os fonemas mais finos em livros, esse o faz sentir-se restrito demais. Poema E Pé
O curta metragem de ficção realizado pela Parabolé está em circuito de festivais e mostras de cinema!
Sinopse
No Congresso Nacional, um projeto de lei pretende de acabar com o recreio escolar. Ao mesmo tempo, em uma escola municipal de Curitiba, um grupo de crianças pode mudar toda essa história. Recheado de vibrantes brincadeiras infantis, O Fim do Recreio é um curta-metragem para todos os públicos, que bota a boca no trombone e avisa: cobra parada não engole sapo!
Prêmios
. Foi o grande vencedor da 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, escolhido pelo Júri Oficial e pelo voto do público infantil - recebeu um Prêmio Aquisição da TV Brasil
. Escolha do Juri Popular na 14ª Mostra de Cinema de Londrina - recebeu um Prêmio Aquisição da RPC TV