quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Abertas as inscrições para a 12ª. Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis
12ª. Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis
28 de junho a 14 de julho de 2013
Florianópolis
Estão abertas as inscrições para a 12ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que ocorre de 28 de junho a 14 de julho no Teatro Governador Pedro Ivo Campos, na capital catarinense. Podem participar da seleção curtas-metragens nacionais de todos os gêneros e formatos, direcionados ao público infanto-juvenil e inéditos em Santa Catarina.
Todo o processo é online, incluindo o envio de cópias dos filmes. O prazo de inscrições vai até o dia 21 de março e a relação das obras selecionadas será divulgada a partir de 23 de abril. O Melhor Filme eleito pelo Júri Oficial e o Melhor Filme escolhido pelo público infantil receberão o prêmio aquisição da TV Brasil no valor de R$ 10 mil cada um.
“Desde 2008, os curtas da Mostra Competitiva são também encaminhados para a Programadora Brasil, que seleciona títulos para este projeto do governo federal, e faz circular o cinema brasileiro em escolas, universidades, cineclubes e centros culturais”, diz Luiza Lins, diretora da Mostra.
Além dos curtas nacionais, o festival exibe curtas e longas-metragens internacionais, médias e longas brasileiros nas sessões especiais e de pré-estreias. Na última edição, mais de 120 mil crianças participaram do evento, que tem como objetivo a inclusão social, o fortalecimento e a circulação do cinema infantil brasileiro. A Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis é uma realização da Lume Produções Culturais com apoio do Núcleo de Ação Integrada e patrocinadores.
O regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessados clicando aqui.
Reproduzido de Revistapontocom
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Jornal Notícias do Beatriz . Ano 2 . No. 2 . Dez 2012
É com grande prazer e satisfação que divulgamos a terceira edição do jornal “Notícias do Beatriz” à comunidade escolar.
O jornal foi resultado de um projeto executado pelas estagiárias da 8ª fase do curso de Letras Português, como atividade extraclasse da disciplina Estágio de Ensino de Língua Portuguesa e Literatura I, da Universidade Federal de Santa Catarina. Para tanto, contamos com o empenho da equipe do jornal, composta por adolescentes do 6º ao 9º ano.
Por acreditarmos que o jornal escolar é uma excelente estratégia para que os textos dos alunos ultrapassem os limites da sala de aula e até mesmo da escola, pretendeu-se, com o projeto, despertar nos alunos o gosto pela leitura e escrita, aproximá-los de gêneros textuais que ainda não estejam tão familiarizados, promover o envolvimento e a interação entre os alunos de diferentes turmas na elaboração do jornal, bem como a troca de informações e conteúdos, explorando a criatividade, o senso crítico e de organização.
A intenção foi compor um jornal com trabalhos e pesquisas enquadrados em determinados gêneros como: artigos, reportagens, entrevistas, resenhas, contos, crônicas, poemas, charges, tirinhas e anúncios. Vale salientar que as produções encontradas nesta edição são inteiramente da autoria, ou o resultado da investigação, dos alunos. As estagiárias foram apenas um pilar orientador em toda esta construção.
Por fim, agradecemos à escola pelo espaço cedido para os encontros, aos professores pelo apoio nas horas solicitadas, aos entrevistados e, sobretudo, aos alunos que participaram da equipe do jornal, pois foram essenciais para a concretização do projeto.
Confiram o resultado deste trabalho. Boa leitura!
Professoras estagiárias do Curso de Letras UFSC:
Carla Ruthes, Juliana Flores, Tayse Marques e Valéria Cunha.
Alunos do Beatriz:
Turma 83: Mayra Regina, Jaqueline Cardoso . Turma 82: Eduarda Lima . Turma 81: Alícia Sczmanski, Gabriela Silva, Luisa Lessa, Nicolas Domingues, Pheterson Pereira . Turma 73: Fabíola Oliveira, Turma 72: Keila R. Dias, Kuana B. da Cunha . Turma 71: Ana Clara Ferreira . Turma 62: Ellen C. da Cunha, Emanuelle Barbosa, Felipe Kessler, João Pedro Silva.
Professoras:
Professora Ângela Beirith (Beatriz) e Professora Gizelle Kaminski Corso (UFSC).
Confira o jornal em Scribd, clicando aqui.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Beatriz: uma história linda de se ver...
A inauguração do Grupo Escolar Beatriz de Souza Brito em 1963 - onde atualmente é o Centro Comunitário - marca uma data importante na história da Educação no Sertão do Pantanal em Florianópolis, que se iniciou nos anos 30 com as casas-escolas.
A construção do novo e atual prédio da escola, em 1986,foi outro passo marcante para a vida da comunidade do Bairro Pantanal. Em 2013 celebramos os 50 anos da Escola Básica Municipal Beatriz de Souza Brito nessa trajetória em busca da excelência do ensino público de qualidade, pelos esforços de todos os que se comprometeram nela e com ela, com as crianças e adolescentes, professores, alunos, funcionários, pais e amigos da comunidade escolar a re-evolucionar e reencantar o mundo.
O Bem te vi, do alto do morro, olha para essa história linda e, canta cheio de orgulho: Be-a-triz! Be-a-triz! Be-a-triz!
A história do Bairro Pantanal e o surgimento da Escola Beatriz
A Escola Básica Municipal Beatriz de Souza Brito está localizada no bairro Pantanal, na cidade de Florianópolis. O bairro Pantanal[1], formado no final do século XIX, era constituído na sua maioria por famílias pobres, descendentes de açorianos e negros. Várzea, em 1990, descreveu dessa forma o bairro:
O Pantanal é um arraial muito inferior em população e construções ao arraial do Saco, e acha-se situado à falda de uns cerros ao sul, de que é padrasto Morro do Rio Tavares, tendo em frente, pelo norte, o vale formado entre os altos da Carvoeira e os daquele monte.
Os sítios que contém são em geral terras de cultura, com simples mas risonhas casinhas rústicas e engenhos primitivos, uns feitos de alvenaria, muitos só de pau-a-pique barreado, cobertos de telha ou palha, em meios aos lençóis verde-escuro da rama da mandioca, as espanadas verde-claro dos canaviais que ondulam ao vento como uma floresta de alfanges, ou entre cafeeiros tufados e pomares de altas frontes, onde sobressaem a laranjeira, o pessegueiro, a ameixeira e a fruta-de-conde. O nome Pantanal vem-lhe talvez desse vale onde serpenteia o riacho dos limões que deságua à praia do Saco, vale em cujo terreno são freqüentes os banhados, mas que é de um pitoresco impressionista pela linha rasa dos campos e no pendor das espaldas, ondulando em tonalidades sem fim de verdura a uma e outra margem da estrada, atravessada de pontes em seu leito arenoso e largo.
Essa estrada, que descreve uma admirável curva de mais de três quilômetros de extensão, sempre orlada de altas cercas de espinheiros, interrompidas, cá e lá, por alguns pequenos trechos roçados ou renques de bastas árvores seculares, que o machado do lavrador poupara não se sabe porque benéfica singularidade – vai terminar no vasto largo da Santíssima Trindade, quase em frente ao sítio de onde parte a magnífica estrada que daí conduz a cidade pelas Carreiras e pela Pedra Grande. (Várzea, apud Cabral Filho, 1998, p. 9 e 10)
No início do século XX existia a escola masculina do Pantanal, localizada no alto de um dos morros do bairro, o chamado Sertão do Pantanal. De acordo com Cabral Filho (1998: 16) “é provável que essa escola tenha se tornado a escola mista do Pantanal, que o relatório do Prefeito Mauro Ramos citou em 1935 como a Escola Municipal do Sertão – Distrito da Trindade, como pertencente ao município de Florianópolis.” Ainda de acordo com esse autor, “a escola do Sertão fazia parte da categoria isolada onde um só professor ensinava, no mesmo horário e na mesma sala de aula, a alunos com diferentes níveis de adiantamento escolar e de escolarização. Após concluírem o quarto ano primário, as crianças dirigiam-se a bairros vizinhos para continuarem os estudos, mas muitos encerravam aí o seu período de escolaridade.” (Ibid, p. 18)
Os alunos que freqüentavam a Escola do Sertão eram os moradores do próprio local e alguns outros da parte baixa do Bairro. Como a Escola era só até a quarta série do ensino fundamental, muitos optavam por estudar no Grupo Escolar Olívio Amorim, no bairro Trindade, ou no Grupo Escolar Getúlio Vargas, no Saco dos Limões. Essa situação, aliada à idade avançada da sua única professora, acarretou a desativação da Escola.
No início dos anos 50, o número de crianças que moravam na parte baixa do bairro Pantanal era muito grande, o que provocou a criação da primeira casa-escola. A casa-escola era um chalé bem velho, antigo, de madeira, e que funcionava em três períodos: das 8 às 11 horas, das 11 às 14 horas e das 14 às 17 horas. Com o tempo e a crescente demanda foram surgindo outras três casas-escola[2]. Em 1958, o então Prefeito de Florianópolis, Osmar Cunha, regularizou a situação das casas-escola, desdobrando a Escola Isolada do Pantanal, através do decreto nº 55, de 1º de março. Apesar desse ato as casas-escola continuaram funcionando como escolas mistas e nas mesmas casas. Até 1962 a UFSC já tinha gerado mais de 267 empregos. O início da instalação da sede da ELETROSUL – Centrais Elétricas do Sul do Brasil, em 1968, também contribuiu para essa transformação. A conclusão da obra se deu no ano de 1978, mas ao contrário da UFSC, o quadro técnico-administrativo exigido pela ELETROSUL era qualificado e o ingresso via concurso público. Mesmo assim, os moradores do Pantanal também se beneficiaram com a implantação da Empresa alugando imóveis e vendendo terrenos para os “novos” moradores do bairro, os empregados da ELETROSUL. (Cabral Filho, 1998)
A transformação do Bairro implicou mudanças também no serviço educacional oferecido pelo Município. No ano de 1963, durante o mandato do prefeito Osvaldo Machado, foram unidas as quatro casas-escola do bairro Pantanal, sendo criado em um único lugar o Grupo Escolar Beatriz de Souza Brito.
O Grupo Escolar Beatriz de Souza Brito era composto por quatro salas de aula, cozinha, sala de direção, banheiros e um pátio coberto. Os professores e a direção participavam de reuniões promovidas pela Prefeitura Municipal de Florianópolis através de seu Departamento de Educação. Nessas reuniões apresentava-se o rendimento dos estudantes, trocavam-se experiências e discutiam-se orientações gerais para as necessidades da escola.
Conforme Cabral Filho (1998: 39 e 40) “de 1972 a 1985, o corpo docente da Escola Beatriz foi composto em sua maioria por professores normalistas efetivas, substitutos e bolsistas, situação comum na Rede Municipal de Ensino, que durante a década de 70 realizou apenas dois concursos públicos para o magistério, em 1972 e 1978. O número de matrículas do Grupo Escolar Beatriz em 1972 foi de 240 alunos.”
No ano de 1986 a Prefeitura Municipal de Florianópolis transformou o então Grupo Escolar Beatriz de Souza Brito em Escola Básica, tendo como um de seus objetivos atender a demanda do bairro Pantanal, oportunizando-lhe a continuidade dos estudos após a 4ª série do 1º grau, evitando que os mesmos interrompessem sua trajetória escolar, já que as outras escolas ficavam em outros bairros.
A transformação do Grupo Escolar em Escola Básica viabilizou-se legalmente através de estudos do Instituto de Planejamento Urbano – IPUF que criou o processo de expansão do ensino Fundamental (5ª a 8ª série) no município de Florianópolis. Esse estudo foi enviado ao Diretor da 1ª Unidade de Coordenação Regional de Ensino – UCRE, José Carlos Cechinel e, logo em seguida, o então Prefeito de Florianópolis, Edson Andrino, assinou o decreto nº 84, de 2 de maio de 1986, no qual era oficializada a transformação do Grupo em Escola Básica.
Ao final do ano de 1986 foi realizado um concurso público para o magistério municipal, através do qual a Escola Básica Municipal Beatriz de Souza Brito recebeu doze professores efetivos de 5ª à 8ª série, todos com formação superior. Ainda no mesmo ano foi instituída a lei municipal nº 2.415, de 8 de julho, que estabelecia eleições diretas para diretores de Escolas Básicas da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis. A Escola Beatriz participou desse processo elegendo Catarina Maria Silveira dos Santos, professora das séries iniciais, moradora do Bairro e que já ocupava esse cargo como diretora indicada há mais de 17 anos.
* Reproduzido do Projeto Político Pedagógico da Escola Beatriz.
[1] Para saber mais sobre a constituição do bairro Pantanal, ver: DALLABRIDA, Norberto. Uma história do bairro do Pantanal. Florianópolis, 1989. Monografia de conclusão de curso (Graduação em História) – Departamento de História. Universidade Federal de Santa Catarina; TESSEROLLI, Miriam A. Da ruralidade à urbanidade. História do bairro do Pantanal. Florianópolis, 1992. Relatório de pesquisa – Departamento de História. Universidade Federal de Santa Catarina.
[2] “Nos documentos da Diretoria de Educação da Prefeitura de Florianópolis, essas casas funcionavam como uma única escola isolada, conforme decreto nº 06, de fevereiro de 1957 do Prefeito Osmar Cunha.” (Cabral Filho, 1998: 20)
CABRAL FILHO, Pedro. A constituição da Escola Básica Municipal Beatriz de Souza Brito: 1935-1992. Florianópolis, 1998. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Santa Catarina.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Papai Noel na Ilha e no Beatriz...
Campanha Papai Noel dos Correios é encerrada com 99% de adoção de cartas
A DR/SC encerrou, em 19/12, a Campanha Papai Noel dos Correios 2012. Este ano, a ação natalina teve 99% de adoção de cartas, com 96% dos presentes entregues em todo o Estado. A Regional recebeu 16,5 mil cartinhas de alunos de 208 instituições de ensino público de Santa Catarina. Ao todo, 55 municípios participaram da campanha no Estado. Para marcar os bons números, foi realizada no Centro Operacional e Administrativo (COA), em São José, uma cerimônia de encerramento com empregados que participaram da campanha, além da presença de terceirizados que prestam serviços no ambulatório e nas áreas de limpeza e refrigeração do COA. O Diretor Regional, Márcio Miranda Vieira da Rosa, agradeceu o comprometimento de todos, fazendo com que Santa Catarina seja uma das Regionais com maior índice de adoção do Papai Noel dos Correios.
Pelo Estado, a boa repercussão da campanha também foi celebrada. Em Joinville, o Gerente Juliano Marcola diz que a ação foi reconhecida por todos os meios de comunicação e também pela população. “E o mais importante: se conseguimos fazer o Natal de pelo menos uma criança mais feliz, já valeu todo o esforço”, observa.
Destacamos, por fim, o gesto nobre de uma criança que teve sua cartinha adotada. Aluno da Escola Beatriz de Souza Brito, de Florianópolis, Pedro ganhou uma bicicleta, mas doou o presente para o amigo Luiz, já que seus pais tinham comprado uma bicicleta de Natal para ele. Uma linda atitude e um exemplo de bondade para os adultos!
Responsável pela nota: Alex Ventura (ASCOM), Claudete Goulart (Ambulatório Praça XV) e Juliano Marcola (AC Joinville)
Crédito das fotos: Leandro Maciel da Silva e Gustavo Sanfelici (ASCOM)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Tênis: Projeto Sábado no Campus Esportes Adaptados
Nesta segunda-feira (10/12/2012) a turma 42 realizou uma visita à equipe de tênis em cadeira de rodas da UFSC - Projeto Sábado no Campus Esportes Adaptados. A visita foi realizada na disciplina de Educação Física, com o objetivo de complementar a aprendizagem sobre as modalidades Paralímpicas. Após estudar sobre a história e origem das Olimpíadas, os alunos da turma 42 aprenderam também sobre as Paralimpíadas (evento semelhante as Olimpíadas, mas constitui de modalidades esportivas para pessoas com deficiência). Neste período, foram realizadas algumas modalidades presentes nos Jogos (como o voleibol sentado, basquete em cadeira de rodinhas, bocha Paralímpica etc), além de outras atividades.
Durante a visita os alunos puderam experimentar uma cadeira de rodas adaptada para a prática de esportes, além de jogar tênis com atletas que disputam competições entre os melhores do país.
Agradecemos ao Projeto Sábado no Campus: Esportes Adaptados, aos professores Vitor Ciampolini e Ricardo Pimentel, e aos atletas Charles, Kátia, Jocélio e Neivo.
Enviado por Profa. Lorena Helena da Silva/Educação Física
Saiba mais:
Veja todas as fotos no Facebook da Escola.
Links:
Sobre o tênis em cadeira de rodas: (site Confederação Brasileira de Tênis)
Vídeos:
Sobre o TCR
domingo, 9 de dezembro de 2012
Mostra 2012 da Escola Beatriz: um dia para se re-en-cantar!
Um dia para se re-en-cantar na Escola Beatriz com a presença de alunos e ex-alunos, pais e responsáveis, professores e amigos re-vi-vendo alegrias nos belos projetos desenvolvidos ao longo do ano de 2012.
Veja as fotos desse dia curtindo a página da Escola Beatriz no Facebook, clicando aqui.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA 2012
Temos a Alegria de convidar V. Excia. e Família para participar da “Mostra de Trabalhos 2012” e a festa “Antecipando o Natal no Beatriz”
Programação da Mostra 2012
08 de dezembro . Sábado . 9 às 17 horas
9 h . Abertura da Mostra de Trabalhos
Projetos desenvolvidos pelos alunos e professores em todas as áreas
9h30m . Robinson Crusoe descobre o Beatriz
Monólogo apresentado pelo Prof. Roque Vitório Pereira, adaptado do livro de Daniel Defoe
9h30m . Robinson Crusoe descobre o Beatriz
Monólogo apresentado pelo Prof. Roque Vitório Pereira, adaptado do livro de Daniel Defoe
11 h . Apresentação das oficinas do PIBID UDESC Música
Oficinas de Música com Violão, e percussão, coral das Turmas 12 e 13
14h30m . Apresentação Musical
Turmas 51 e 61
16 h. Bolo Natalino
Lanche
O “Catador de Histórias” e outros personagens do imaginário da Escola Beatriz estarão presentes em todos os momentos da Mostra.
Outros eventos da programação da Mostra serão confirmados e postados no Blog e Facebook da Escola
Uma Escola Bem Te Vendo e Bem Te Querendo no Mundo...
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
A Escola Beatriz visita a 11a. SEPEX UFSC
Abertura da 11a. SEPEX pelas Professoras Roselane e Lúcia,
reitoras da UFSC, 21/11/12 . Manhã
Abertura da 11a. SEPEX pelas Professoras Roselane e Lúcia,
reitoras da UFSC, 21/11/12 . Manhã
na "Geodésica" Oca com lideranças indígenas
reitoras da UFSC, 21/11/12 . Manhã
A SEPEX VIVA!
Em 2012 o tema da SEPEX é: Sustentabilidade, Economia Verde e Erradicação da Pobreza.
O evento tem aproximadamente 200 estandes com projetos nas áreas de comunicação, cultura, educação, tecnologia, ambiente, trabalho, direitos humanos e saúde. O público que visita o pavilhão da SEPEX soma mais de 50 mil pessoas. Durante a semana, também realizados minicursos abertos à comunidade, palestras e eventos paralelos, como o Seminário de Iniciação Científica.
Na sua 11ª edição, é o maior evento de divulgação científica de Santa Catarina. Todas as atividades são gratuitas, interativas e abertas à comunidade. Mais informações e a programação completa na página do evento, clicando aqui.
Todos os alunos e alunos da Escola Beatriz, juntamente com os professores regentes visitarão a Semana nesses dias do evento, inclusive os estandes dos vários projetos da universidade que são desenvolvidos na Escola, como o PIBID UFSC Pedagogia.
Todos os alunos e alunos da Escola Beatriz, juntamente com os professores regentes visitarão a Semana nesses dias do evento, inclusive os estandes dos vários projetos da universidade que são desenvolvidos na Escola, como o PIBID UFSC Pedagogia.
Veja mais fotos na página de Facebook da Escola Beatriz, clicando aqui.
reitoras da UFSC, 21/11/12 . Manhã
na "Geodésica" Oca com lideranças indígenas
Prof. Pedro Cabral Filho e alunos/as, 21/11/12 . Manhã
Estande do PIBID UFSC Pedagogia, 21/11/12 . Tarde
Fotos: Leo Nogueira
domingo, 18 de novembro de 2012
7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul em Florianópolis
7ª. Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
Florianópolis
Exibição de obras contemporâneas realizadas em países da América do Sul, com conteúdos relacionados aos Direitos Humanos. De 03 a 08 de Dezembro, no auditório do CESUSC. Rodovia SC 401 / Km 10 - Trevo Santo Antônio de Lisboa, com entrada franca.
Sob a produção local de Luiza Lins, a 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul traz cinema, debates e bate-papos e coloca-se como uma grande possibilidade de trocas de conhecimento e aumento da percepção que se tem dos múltiplos cotidianos da nossa querida América do Sul, alimentando o aumento das possibilidades de atuação para a construção de novas realidades para seu povo.
A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira, vinculada ao Ministério da Cultura, e patrocínio da Petrobras. É realizada em todas as capitais dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.
Sendo a maior Mostra de cinema do gênero, no mundo, o evento é voltado a obras realizadas em países da América do Sul, cujo conteúdo contemple aspectos relacionados aos Direitos Humanos, tais como: Direitos das pessoas com deficiência; população LGBT/enfrentamento da homofobia; memória e verdade; crianças e adolescentes; pessoas idosas; população negra; população em situação de rua; mulheres; direitos humanos e segurança pública; proteção aos defensores de Direitos Humanos; combate à tortura; democracia e Direitos Humanos; e situação prisional.
Mais de seis décadas depois da Declaração Universal dos Direitos Humanos, nosso cotidiano ainda é, infelizmente, permeado pela luta de grupos e pessoas por condições dignas de vida, pela própria garantia de direito à vida, por justiça e contra humilhações. A Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul leva para a tela a realidade contemporânea e promove o debate de todas estas questões importantes e emergentes.
Neste ano de 2012ª Mostra entra em sua 7ª edição e Florianópolis recebe a segunda edição do evento.
Reproduzido da página do evento no Facebook
Pegue o folder com a programação do evento na Sala Informatizada da Escola Beatriz
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Pedro Bandeira: O que eu vou ser quando crescer?
O que eu vou ser quando crescer?
Pedro Bandeira
Por que me perguntam tanto,
o que eu vou ser quando crescer?
O que eles pensam de mim
é o que eu queria saber!
Gente grande é engraçada!
O que eles querem dizer?
Pensam que eu não sou nada?
Só vou ser quando crescer?
Que não me venham com essa,
pra não perder o latim.
Eu sou um monte de coisas
e tenho orgulho de mim!
Essa pergunta de adulto
é a mais chata que há!
Por que só quando crescer?
Não vou esperar até lá?
Eu vou ser quem eu já sou
neste momento presente!
Vou continuar sendo eu!
Vou continuar sendo gente!
BANDEIRA, Pedro. Mais respeito, eu sou criança! Ilustrações de Odilon Moraes - 2 ed. 2009. Página 20.
o que eu vou ser quando crescer?
O que eles pensam de mim
é o que eu queria saber!
Gente grande é engraçada!
O que eles querem dizer?
Pensam que eu não sou nada?
Só vou ser quando crescer?
Que não me venham com essa,
pra não perder o latim.
Eu sou um monte de coisas
e tenho orgulho de mim!
Essa pergunta de adulto
é a mais chata que há!
Por que só quando crescer?
Não vou esperar até lá?
Eu vou ser quem eu já sou
neste momento presente!
Vou continuar sendo eu!
Vou continuar sendo gente!
BANDEIRA, Pedro. Mais respeito, eu sou criança! Ilustrações de Odilon Moraes - 2 ed. 2009. Página 20.
Recebido via e-mail Grupo Estágio Pedagogia UFSC
12 nov 2012
Excesso de medicação na infância preocupa especialistas
Debate para pais e professores
Excesso de medicação na infância preocupa especialistas
Por Redação, com RBA - de São Paulo
11/11/2012
A medicalização da educação e da sociedade é um processo que tem transformado em distúrbios passíveis de tratamento com terapias e medicamentos questões como emoções, sentimentos e comportamentos não aceitos socialmente.
Distúrbios como o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH): cresceu a prescrição de medicamentos como o metilfenidato, cujo nome comercial é Ritalina, muito usado nesses casos.
O que preocupa é ainda não haver estudos suficientes sobre os problemas causados pelo uso prolongado da droga. E também: a falta de diálogo entre crianças, adolescentes, seus familiares e educadores esteja sendo substituído justamente por medicamentos como esse.
O psicólogo Ricardo Taveiros Brasil, do coletivo interinstitucional Queixa Escolar diz queum exemplo muito comum do fenômeno é a dificuldade de pais e professores, hoje em dia, para educar as crianças. Em vez de irem à raiz dos problemas e suas explicações, passam a dizer que elas são portadoras de distúrbios de comportamento, de atenção, de aprendizado, de leitura e escrita “como se houvesse na realidade um distúrbio específico, neurológico, que comprometesse somente o aprendizado”, apontou. “No entanto, é preciso deixar bem claro que não estamos falando que isso acontece na Medicina como um todo e nem que somos contrários a toda forma de prescrição de medicamentos”, salientou. Os questionamentos contra a medicalização surgiram nos anos 1970 e 1980, com pesquisadores de diversas áreas, como filosofia, sociologia e até da própria medicina.
Outro exemplo é a confusão entre tristeza, luto e depressão – alardeada por setores da saúde mental e pela mídia como o ‘mal do século’. Conforme Ricardo, estão dando prazo para o sofrimento. Assim, o processo de luto de uma pessoa que perdeu um ente querido ou algo de muita importância é normal se durar 14 dias. A partir daí, se não melhorar, é depressão e é preciso entrar com medicação. ”Isso nos assusta. Do ponto de vista da Psicologia, o processo de luto é singular. Como estabelecer prazos para a elaboração do luto, questionou. Ele menciona o livro O tempo e o cão – a atualidade das depressões, da psicanalista Maria Rita Kehl, na categoria Educação, Psicologia e Psicanálise, no qual a autora pensa a depressão como sintoma social, de uma sociedade que exige felicidade, alegria em tempo integral, artificial, com as pessoas divulgando em redes sociais uma vida feliz o tempo inteiro.
Diz ainda que por trás do movimento da medicalização estão forças da sociedade e sobretudo um movimento da indústria farmacêutica voltado para isso. Fato, conforme Ricardo, mostrado no filme O Jardineiro Fiel, dirigido por Fernando Meirelles, que denuncia manobras da indústria de medicamentos para aprovar pesquisas e lança-los no mercado conforme seus próprios interesses comerciais. “Só que com o avanço das pesquisas em todas as áreas, a medicalização mostra-se cada vez mais polêmica e questionada inclusive no próprio campo da medicina”e.
O profissional, que atende crianças e adolescentes com dificuldades específicas na escola, adverte pais e educadores para que, antes de rotular quaisquer dificuldades de aprendizagem com este ou aquele distúrbio, devem avaliar e refletir o contexto como um todo. “O que está acontecendo dentro da escola e no sistema educacional que está dificultando que a criança aprenda aquilo que tem que aprender?”, questionou. Para ele, é preciso impor limites às crianças, ensinar, por ex., que não se pode fazer tudo o que se quer fazer. “A criança precisa de limites. Afinal, que mundo é esse em que não sobra tempo para os pais estarem por mais tempo com os seus filhos? Que escola é essa que tem mais de 40 alunos por sala de aula, impedindo o professor de acompanhar o aluno mais de perto, de ter um contato mais próximo?”
Esse contexto desfavorável à educação e ao desenvolvimento psicológico de uma criança é, na análise de Ricardo, favorável aos processos de medicalização. “A partir do momento em que a criança toma um comprimidinho, fica parada, contida quimicamente, e não atrapalha mais. Só que esse ‘efeito terapêutico’ é sinal da toxicidade do remédio. O melhor é que pais e professores reflitam mais sobre o que pode estar acontecendo, dialoguem e investiguem esse contexto, que é complexo, antes de encaminhar a criança para um profissional. Isso pode parecer mais complicado do que dar um remédio – aliás, tomar remédio é mais fácil; toma-se remédio para tudo. Em vez de fazer exercício e melhorar a alimentação, as pessoas tomam remédio para emagrecer”.
Para ele, do ponto de vista psicológico, essas drogas exercem efeitos complexos e preocupantes, como ‘calar o sujeito’ – quando a criança que está ‘incomodando demais’ está, na verdade, querendo chamar a atenção, comunicar algo, como medos, preocupações, desejos. “Nós precisamos primeiro ouvi-las, dar atenção e não calar a angústia, o sofrimento com um comprimidinho”.
Do ponto de vista orgânico, segundo ele, há relatos de que o uso contínuo desses medicamentos tornam as crianças menos sensíveis para uma série de coisas. Exemplo é um bombom de chocolate, que não vai ter o mesmo efeito de prazer. “Então, se a gente pensar em um adolescente que fuma maconha e usa esses medicamentos, sua propensão a outras drogas é muito maior porque ele vai buscar outras formas de obter satisfação, prazer”, explicou.
Para Ricardo, a questão é grave, colocando em risco a saúde das crianças e transferindo para elas a responsabilidade de um sistema de educação cheio de problemas. “O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura que a criança tem direito à vida, à educação e saúde de qualidade. E esse direito pressupõe o direito de não tomar uma droga que pode levar a consequências graves. É por isso que temos que lutar.”
***
Vídeo da TV Brasil
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Documentos para matrícula para alunos novos 2013: período de 05 a 17/12/2012
MATRÍCULA (PARA OS ALUNOS NOVOS)
Data: 05 a 17 de dezembro de 2012
O sistema de matrícula via INTERNET (www.pmf.sc.gov.br) será aberto no dia 05 de dezembro a partir das 8h da manhã.
Os pais/responsáveis dos alunos, no momento da matrícula on-line, estarão reservando a vaga, sendo que sua confirmação se dará após a entrega da documentação (certidão de nascimento da criança e o atestado de frequência) até o dia 20 de dezembro.
No momento da entrega da documentação a Escola entregará a lista de material e fará a sondagem do turno desejado e orientará quanto ao benefício do transporte escolar gratuito.
Obs.: Do dia 18/12/2012 a 04/02/2013, o sistema de matrícula on-line permanecerá aberto para matrículas novas, porém o recebimento da documentação (certidão de nascimento e atestado de frequência – com indicação do ano/série que irá frequentar em 2013) ocorrerá a partir do dia 05 de fevereiro, pois a Escola estará em férias coletivas. Somente a partir da entrega da documentação ocorrerá a efetivação da matrícula.
Documentos para matrícula (alunos novos 2013)
. atestado de frequência da escola anterior (exceto para o 1o. ano);
. histórico escolar;
. comprovante de residência;
. certidão de nascimento.
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